Comunidade Cristã | Encantado, 16 de dezembro de 2018
GRATIDÃO
Por: Pr. Armando Castoldi
17/11/2018

 

                Vamos imaginar o que poderia ter sido o Jardim do Éden antes da queda. Tudo o que se poderia esperar de melhor estava lá e todas as coisas boas, absolutamente todas elas, estavam à disposição do homem e da mulher, inclusive, a árvore da vida, cujo fruto possuía o poder de prolongar indefinidamente suas existências.

                Mas um dia, passeando pelo jardim, a mulher se detém na única proibição dado por Deus e começa rodear a árvore cujo fruto Deus havia proibido terminantemente que comessem. Não tinha sido algo planejado, tipo, hoje vou sair de casa e vou ver o que aquela árvore tem afinal de diferente. Não, ela simplesmente estava passeando sozinha pelo jardim....  

                Esse pequeno detalhe me faz pensar que já poderia haver brotado no coração de ambos algum fastio, alguma espécie de solidão, desinteresse ou algo assim. Ali naquele contexto, a Bíblia fala que Deus vinha fazer uma visita na virada do dia para conversar com o homem e com a mulher.  Como andava será essa relação com Deus?  Será que não estava aos poucos caindo na rotina?  Será que Adão estava ainda tão maravilhado por Eva como havia sido ao primeiro olhar? Será que tantas mordomias ainda despertava a gratidão em seus corações?  Fico me perguntando o que estava acontecendo exatamente naquele dia, quando Adão estava em algum outro lugar e Eva decidiu sair sozinha e se dar ao direito de flertar com a única proibição que Deus havia colocado.

                Claro que tudo isso é apenas um exercício de imaginação, mas o fato é que eles estavam com as defesas fracas naquele dia e, quando estamos assim, alguma coisa provavelmente anda errada. Teologicamente pode ser uma heresia falar de uma queda antes da queda, mas não teria sido esse ato apenas o estágio final de um processo que já se desencadeava em seus corações?   E se porventura assim o fosse, onde estaria a origem?  Vamos imaginar o dia a dia deles: Será que nas conversar com Deus eles ainda agradeciam pela privilégio de tão magnífica companhia? Será que seus corações ainda se deleitavam por usufruir momento após momento, de tantos privilégios? E como estava a empolgação de um pelo outro? Não sei, mas naquele dia, por alguma razão, Eva estava passeando sozinha pelo jardim...

                Bem, desde então o mundo mudou muito, mas não é verdade que   mesmo assim temos muito mais motivos para a agradecer do que nos queixar?  Claro que eu não posso afirmar que a ingratidão tenha sido o fator que  desencadeou  a queda,  mas  o que eu sei é que a ingratidão  está quase sempre associada às nossas piores decisões, pois quando  em  nosso coração, começamos a ignorar as bênçãos de Deus  e correr atrás de  ilusões, penetramos no  mesmo caminho de Eva.

Prezado leitor:  Se sua vida começa parecer uma enfadonha rotina; se apesar de tantas bênçãos inegáveis recebidas a cada dia, a grama começa parecer mais verde do outro lado da cerca, dê um basta nisso, e comece a agradecer.  A gratidão, mesmo neste mundo decaído, traz de volta a atmosfera primaveril dos jardins e abre o nosso coração para ouvir outra vez a voz amorosa de Deus.

JESUS, A OPÇÃO DA VIDA!

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