Comunidade Cristã | Encantado, 16 de dezembro de 2017
SACERDÓCIO
Por: Pr. Armando Castoldi
31/08/2014

 A palavra sacerdote é um termo exclusivamente ligado à religião, que define a pessoa que tem a prerrogativa de representar os seus semelhantes perante uma divindade.  Sendo assim, o sacerdote é uma pessoa especial, a quem se atribui um acesso vedado às pessoas comuns.  Na prática, o  sacerdote é o único mediador entre Deus e os homens. 

No Antigo Testamento o sacerdócio foi implantado logo após a saída do Egito, com a  consagração de Arão, irmão de Moisés, descendentes da tribo de Levi.  Desde então, toda sucessão sacerdotal levava em conta essa linhagem tribal e outras duas condições essenciais: não ter qualquer imperfeição física e ser do sexo masculino.  Para o exercício do sumo-sacerdócio, havia ainda a exigência de ser o filho primogênito.

Portanto, quando falamos em sacerdócio, não podemos pensar numa pessoa qualquer.  Essas exigências eram compreensíveis, pois como um homem comum poderia exercer tal intermediação entre os pecadores e um Deus santo?  Quem tivesse essas qualificações poderia em tese um dia ser ungido como sumo sacerdote, porém quem não as tivesse já estava de antemão desqualificado.  Mesmo assim, como atribuir perfeição a um ser humano?  Ora, por melhor que aparentasse ser interiormente e por mais perfeito que fosse exteriormente, Deus colocou uma condição para que o ofício sacerdotal pudesse ser realizado com segurança. Assim, antes de entrar na presença de Deus e oferecer sacrifícios em favor dos outros, o sumo sacerdote deveria oferecer um sacrifício em favor de si mesmo.  Feito isso, ele estava apto para executar seu ofício. Esse ritual era repetido cada vez que o sumo sacerdote entrava na presença de Deus e isso por toda a sua vida, independentemente do progresso espiritual que apresentasse ou não.  Diante de um Deus santo, um sacerdote santificado! 

Mas ao povo de Deus, havia a promessa que um dia viria o Messias.  Este não precisaria da unção dos homens, por que seria ungido pelo próprio Deus. Quando Ele viesse o antigo sacerdócio cessaria e Ele seria então o único e insubstituível sacerdote, para sempre.  Claro: Se fosse descendente da tribo de Levi, se fosse o filho primogênito, se atendesse aos critérios da perfeição exigida por Deus.  O Messias seria igualmente único, como único era o sumo sacerdote; o Messias seria o mediador entre Deus e os homens, como era o sumo sacerdote; seu ofício seria vitalício, como era o ofício do antigo sumo sacerdote e finalmente, o sacrifício que ofereceria seria perfeito e definitivo, critério este  impossível de  ser preenchido pelo antigo sumo sacerdote.

Estou colocando tudo isso, porque são muitos aqueles que se enganam pensando que poderão alcançar justiça diante de Deus por qualquer modo, crendo em qualquer coisa, ou praticando algumas poucas boas obras, independentemente das razões pelas quais as praticam.  Essas pressuposições podem até fazer parte das convicções de fé alguma outra religião, porém da perspectiva cristã bíblica, ninguém chega a Deus por seus próprios meios. Quando Jesus afirmou ser o caminho, a verdade, e a vida e que ninguém chegaria ao Pai senão por Ele (João 14.6), evidentemente estava falando a respeito da singularidade do seu sacerdócio.  Ele é o Messias, Ele foi  ungido pelo próprio Pai, Ele possui todas as credenciais do sumo-sacerdócio, Ele ofereceu o sacrifício perfeito e derradeiro, Ele ressuscitou e portanto seu sacerdócio é insubstituível e eterno.      

Prezado leitor: Não sei quais são suas convicções ou sua prática de vida, mas permita-me ser franco: Não se iluda, acreditando em qualquer coisa.  A salvação só pode ser alcançada pelo sacerdócio de Cristo: “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu” – Hebreus 7.26-28.

JESUS, A OPÇÃO DA VIDA!

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